26 de março de 2009

Rubro-negro!

-Gooooooooooooooooooooooooooool!
Mengo, mengo, mengooo!!

(demorou, mas saiu. Orgulho do vovô e o do tio)

12 de março de 2009

O falecido

Um dos gatos da minha mãe morreu.
E juro que não foi pelas pequenas mãos de quem vocês estão pensando.
O homicídio, ou melhor, bichocídio, aconteceu de madrugada e, acho eu, foi motivado pela nossa cadela de estimação, a Malu, que tem quatro novos filhotinhos (coitados). Assim, espero.
Seria trágico para mim descobrir que meu filhotinho se transforma em um assassino de gatinho altas horas e quem tem uma foto com X vermelho na cara no clubinho do Polaco.




Sorte desse gatinho aí, que está vivo e corre de um Macotonho desde às seis da manhã!

9 de março de 2009

Diálogo

Graci grita: -Totooooonho!
Totonho responde e pergunta ao mesmo tempo: -O quê?
Graci responde perguntando: -Aonde você tá?
Totonho não se contenta em responder, dá uma corridinha e mostra: -Ó os pipis, mamãe!

(Na plantação de milho, sujo e suado, levando carreira da galinha e, ainda assim, correndo atrás dos pintinhos. Esse é meu filho!)

6 de março de 2009

Um gato, dois gatos



Bem que a Tati lembrou que o maior medo do polaco dela é o meu. Totonho do céu, você é terrível perto de gatos. Se eles são das minhas amigas, então, pior. Eu tento salvar o carinho que elas têm por você, mas, confesso, não é fácil.

Parece que os bichanos entendem. Você chega, olha torto e eles saem correndo, em total desespero (com o Polaco foi assim). Os mais lentos e bobinhos, claro, caem na sua mão e minha batalha continua.

Ali eu tento te convencer de toda forma que a língua para fora não é normal.
Insisto para que você deixe o gatinho brincar sozinho. Nunca adianta. Você pega, dá uma chave de braço, imaginando que está fazendo ele dormir. E solta aquele sorrisão...

Com aquelas coisas bizarras que a sua vó arranjou é a mesma coisa, com a diferença que eles correm de você como o diabo da cruz, apesar da aparência medonha de Tinhoso que eles têm. Por favor, filho, não corre atrás deles, não entra debaixo do paiol na caça desenfreada, não fica dizendo “gatinho espeie”. Se eles tiveram a mínima noção do perigo, não vão te esperar, mesmo.

Ps1: o gatinho lindinho da foto (o menor deles) é da mãe do Paulinho, irmã da Paulinha, não é uma das figuras de coisa-ruim que a minha mãe arranjou lá para casa.
Ps2: me inspirei no comentário que a Camis deixou no meu Orkut para o texto. Muito sugestivo.

5 de março de 2009

Aniversário!


Em dois anos...
Você mordeu meu nariz até eu gritar
Acordou cutucando meu olho
Se agarrou à minha blusa para eu tirá-la
Fez xixi no meu pé ainda aprendendo a usar seu brinquedo
Quase matou um gato asfixiado
Deu uma chave de braço na Liandra e disse para ela pedir água
Mordeu a bunda da Clara e da Liandra e de várias crianças desavisadas
Jogou sério com seu tio até encostar seu nariz na ponta do dele
Gritou “manheeeeê” na maioria das vezes que eu saí do quarto
Tentou capturar a bala que eu estava chupando, ler o livro que eu estava lendo
Sumiu, me assustou, depois apareceu dando risada em uma loja lotada
Me acordou com o clarear do dia em pleno domingo
Me ensinou que é preciso menos de um metro de polaco malandro para me fazer feliz